SEGURANÇA PRIVADA E COVID 19

Desde a metade do mês de março, a rotina do brasileiro esteve em transformação. Restrições na circulação de pessoas, fechamento do comércio e de empresas, distanciamento social e falta de garantias econômicas são questões que geram preocupação até hoje. O enfrentamento à intensa chegada do coronavírus no Brasil, se tornou um trabalho difícil e um desafio inédito para empresas, famílias e governo.

Como falado nos principais telejornais e portais de notícias, o grau de transmissão dessa pandemia é altíssimo e pode ser letal em grande parte da população idosa. Estudos estão sendo feitos em todo o mundo para frear a transmissão do novo coronavírus, mas até que seja fabricada uma vacina ou algum tipo de imunização, o isolamento social tem se mostrado uma medida efetiva na preservação da população. Mas de qual maneira o rompimento de algumas atividades econômicas consideradas não essenciais movimentou o setor da segurança privada?

Mudanças na atividade da segurança privada
De acordo com a medida provisória (nº 926/20) editada pela Presidência da República na Lei nº 13.979/20 – que dispõe sobre às medidas de enfrentamento ao COVID-19, o serviço de vigilância privada é considerada atividade essencial. Isso porque ela é necessária para a sobrevivência, saúde, abastecimento e segurança da população. Na prática, o trabalho da vigilância privada reflete diretamente no suporte à segurança de hospitais, clinicas e outros estabelecimentos comerciais também considerados essenciais. Para tanto, mudanças na rotina dos colaboradores tiveram que ser revistas e o atendimento às principais normas e medidas divulgadas pelo Governo Federal, cumpridas.

A presença de álcool em gel nos postos de trabalho, o uso adequado de máscaras pelos colaboradores, entre outras medidas complementares solicitadas pelos nossos clientes são formas de se adequar à essa nova realidade.

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES CONTRA O COVID 19
SUA SEGURANÇA É O NOSSO FORTE.